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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Renasci



Fecho meus olhos e diante deles vários flashes
As lembranças vêm à tona como a realidade
Cria em meus sentidos, forma, cheiro, sabor...
Tomam até corpo material
Sinto como se revivesse o momento
Alguns muitas vezes me levam a sorrisos
E lagrimas de alegria
Deixam-me em total nostalgia
Embora nem tudo sejam flores
Guardo em meu peito doses de sofrimento
Melancolia se abate algumas vezes
Em lagrimas me ponho
Mesmo sem desejar
Sou um ser normal como outro qualquer
Não vivo de lembranças, mas elas existem
E são vivas, por mais que as deseje esquecer
Mas são apenas lembranças e lagrimas
Um banho frio, uma taça de vinho...
Uma boa noite de sono... Renasci.

Jorge Anderson

Resolvi parar



Resolvi parar, dar um tempo ao meu coração
Resolvi não pensar mais em você
Eliminar de mim toda e qualquer lembrança existente
Eliminei seu cheiro da memória olfativa
Eliminei meus desejos de teu corpo
Eliminei minha vontade de teus beijos
Eliminei de mim a minha vida
Eliminei a mim mesmo ao deixar de pensar em você
Acordei de um sonho direto a um pesadelo
Todos os meus sonhos e desejos despedaçados
Arrancados e dilacerados covardemente de mim
Você se foi e me deixou aqui
Prometeu-me sonhos em verdades sem fim
Anulou-me do mundo, arrancou lagrimas
E agora me recomponho fugindo de falhas
Renascendo das migalhas, respiração cansada
Confiante no ressurgir das cinzas



Jorge Anderson

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Pelo Simples prazer, que sinto por você.


Sinto meu corpo estremecer só no simples pensar em você
Meu corpo responde de maneira que nem eu compreendo
Os batimentos cardíacos oscilam de maneira descompassada
Minha respiração altera, ofego de modo intenso
O corpo começa a transpirar, escorre o suor em meu corpo
Algo enrijece, denotando o simples prazer de ouvir sua voz
Vem chegando perto de mim, sinto o calor de teu corpo
Em resposta o meu estremece, perco as forças
O toque de teus lábios úmidos e quentes em meu corpo enlouquece
Meu corpo vibra ao tocar de suas mãos
Que tenho orgasmos, mesmo sem ter
Pelo Simples prazer, que sinto por você.

Jorge Anderson 


Pelo Simples prazer, que sinto por você.



Sinto meu corpo estremecer só no simples pensar em você
Meu corpo responde de maneira que nem eu compreendo
Os batimentos cardíacos oscilam de maneira descompassada
Minha respiração altera, ofego de modo intenso
O corpo começa a transpirar, escorre o suor em meu corpo
Algo enrijece, denotando o simples prazer de ouvir sua voz
Vem chegando perto de mim, sinto o calor de teu corpo
Em resposta o meu estremece, perco as forças
O toque de teus lábios úmidos e quentes em meu corpo enlouquece
Meu corpo vibra ao tocar de suas mãos
Que tenho orgasmos, mesmo sem ter
Pelo Simples prazer, que sinto por você.

Jorge Anderson 

domingo, 12 de agosto de 2012

Não há lugar para lágrimas



Ao cair da noite junto com o frio, o corpo pede para ser aquecido por uma pele quente, mas nem sempre temos a dispor com tamanha facilidade uma pele, ao menos não a pele desejada, nesse momento, ponderamos nossas vontades, paramos um pouco, ouvimos uma boa e leve musica, um café quente, pensamentos ao longe... Abstraímos as vontades mais profundas do intimo e esquecendo se possível, não há lugar para lágrimas quando se tem um grande coração. 


Jorge Anderson

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Uma doce experimentação



Deixa ser a faísca de seu corpo em combustão 
Deixa esquentar nossos corpos em ebulição
Deixa despertar-lhe este vulcão
Deixa reacender seu coração
Quero queimar-me em ti tentação
Quero perder os pudores em distração 
Distrair-me em tuas curvas de violão 
Tocar seu corpo em uma única canção 
Canção dos sussurros e respiração 
Uma serenata aos ouvidos
Um doce prazer aos sentidos
Uma provocação 
Uma doce experimentação 
Da carne, desejo e tesão.


Jorge Anderson 

sábado, 21 de julho de 2012

Soa como um poema



Soa como um poema
Seu corpo sobre o meu em noite plena
Proporcionando-me carinho, calor, ousadia extrema
Vem aquecer-me em dias frios
Proporcionar doces arrepios
Vem me mostrar o real prazer
De ter e estar com você
Encosta teu corpo nu ao meu
Deixa a excitação gritar
Seja na cama, no chão
Ou em qualquer lugar.

Jorge Anderson

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Cansado


Cansado
Simplesmente cansado de muitas coisas
Nesse momento não preciso que me pergunte o por que
Somente espero que entenda
Não estou bem e nem eu mesmo sei ainda decifrar 
É uma incógnita dentro de meu interior
Algo forme que me desperta temor
Deixa-me triste, me emudece
A coragem some de meu corpo
A vivacidade torna-se apática
Sem coragem para nada
Em alguns momentos até respirar se torna cansativo
Procuro não entender, não agora
Apenas sento e deixo as lágrimas cair
Por um momento melhora
Ao menos até descobrir.

Jorge Anderson

domingo, 8 de julho de 2012

Never Alone



Quando ouço aquela musica ainda me lembro de você
Lembro-me quando disse: ela me lembra você
Mas as lembranças não são poucas
E no mesmo instante como flash revivo
Lembranças tão perfeitas que faz valer a saudade
Pois em momento algum a tristeza se deu lugar
Salvo a distancia inesperada
Lembro de um olhar carinhoso
Lembro de beijos doces
Lembro-me do teu toque em meu corpo
Como era bom, em lembrar o corpo ainda fica tremulo
Nunca sozinho, sigo caminhando
Com lembranças suas vivas em mim.

Jorge Anderson

domingo, 10 de junho de 2012

Frio...



Sinto tanto frio essa noite
E esse frio me consome o corpo com tamanha voracidade
Deixando-me travado, mudo, quieto
Querendo entender o que se passa,
Paro um pouco a refletir os acontecimentos
E não muito surpreendente, percebo
Meu frio é pela distância
A simples distância do seu coração quente.


Jorge Anderson

domingo, 20 de maio de 2012

Somente por hoje




Somente por hoje quero a certeza de um amor tranqüilo
Quero ter paz no coração
Quero não me preocupar com sofrimento
Quero esquentar-me em teu corpo nesse tempo frio
Quero acordar com o teu melhor sorriso
Quero ser muito mais que seu melhor amigo
Quero ser companheiro, irmão, amor, amigo...
Quero ter-lhe por toda a vida ao infinito
Indo além desta vida, contemplando o amor
E que seja amor, nada mais ou além
De muito amor.

Jorge Anderson

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Livre para amar



Costumam dizer que o tempo muda as coisas
Mas ele ainda não foi capaz de retirar de mim
Esse medo de amar e entregar-me a alguém

A vontade é grande e já perdi oportunidades
Esse velho medo do sofrer, de chorar, de perder
Muitas vezes sobrepõe-se ao querer
Torna-se maior do que eu

Querer estar em seus braços
Sentindo o calor do teu corpo
O suave perfume do teu ser

Em alguns momentos saber diferenciar
A sua respiração quando em contato comigo
O seu corpo tremulo ao encostar-se ao meu
Demonstrando todo o teu desejo

Dai-me senhor sabedoria e coragem
Retira de mim dúvidas e medos
Fazei-me livre para amar.


Jorge Anderson

quarta-feira, 28 de março de 2012

Esse querer você.



Talvez a compatibilidade das pessoas
Talvez os santos compatíveis
Talvez tenha batido tambores
Compreender apenas não consigo

Sensações que me provoca
Pensamentos que se passam
Sentimentos que tenho

Em alguns ardentes beijos
No simples tocar da pele
Com o calor dos corpos
Perdi-me em desejos

A muito não quero tanto
Algumas vezes me espanto
Esse querer você.

Jorge Anderson

segunda-feira, 19 de março de 2012

Me queres


Se me queres então vem, aproveita que sou teu refém, não demoras, estou aqui, venha logo pra perto de mim, meu corpo pede por ti, sem demora, na verdade, agora! Coração.

Jorge Anderson

segunda-feira, 5 de março de 2012

Saudades e nada mais...



Saudade de quando me ligava
Saudade de quando sentia seu cheiro no ar
Saudade de quando via o brilho dos teus olhos
Saudade do som de tua voz ao meu ouvido
Saudade dos teus lábios tocando aos meus
Saudade de tua pele quente rente a minha
Saudade das suas mãos tocando meu corpo
Saudade dos arrepios repentinos quando chegava perto
Saudade da respiração ofegante após os momentos quentes
Saudades, simplesmente isso
Saudade é só o que sinto
Saudades e nada mais...

Jorge Anderson

quinta-feira, 1 de março de 2012

Enlouquece-me


Vem ao meu encontro
Encosta tua pele quente a minha
Nesta noite fria
Esquenta-me

Enlouquece-me
Desejo este corpo macio sobre o meu
Chega devagar e sorrateiro

Deixe-me sentir tua respiração
Beija minha boca suavemente
Morde, suga, toca

Passeia esses lábios sedosos
No meu corpo todo
Como um cego em busca de uma saída no labirinto

Toca meu corpo com suas mãos fortes
Sei que sabe usá-las, de maneira apropriada
Com diferentes intensidades em cada ponto

Provoca-me, seduz, alucina, acalma-me
Faz de mim um objeto de desejo inalcançável
E termina por fim matando-me de prazer
Pois sou todo seu.

Jorge Anderson

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O dia muda.



Dia frio
Dia triste
E a noite segue fria
Até ir ao seu encontro
Meus pensamentos já começam a aquecer-me
Encontro-lhe e tudo se torna quente
O que era apenas pensamento a aquecer
Torna-se real ao tocar você
 Meu corpo, seu corpo
Juntos em uma única canção
Harmoniosa de prazer
Como podes de tal maneira me envolver
Tento ficar quieto, impossível
Quanto mais meus lábios tocam os seus
Meu corpo ferve de desejo
Tua pele macia, teu cheiro
Tua mão a percorrer o meu corpo
A cada segundo,
Um arrepio, um suspiro
A vontade de congelar o tempo
Naquele momento sublime
Tudo se torna quente
A noite já não é fria
E se o dia foi frio e triste
Abstrai
Pois por um momento transcendi

Jorge Anderson

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Algumas vezes


Algumas vezes encontramos aquilo que seria perfeito
Mas como seres humanos burros que somos
Nunca percebemos a tal perfeição
Nunca estamos satisfeitos, queremos sempre mais
Algumas vezes nos deparamos com pessoas que fazem de tudo por nós
E ainda assim somos incapazes de perceber isso
Enxergamos apenas o que nos falta
Ou o que o outro tem de “melhor”
Muitas vezes pecamos, e ao pecar quebramos pactos
Pactos de respeito, confiança, reciprocidade,
Pensamos até em deixar de lado
Observamos outros corpos e até desejamos
Até que vem a possibilidade de um fim
Damos-nos conta, que não queremos perder
Algumas vezes isso pode ser tarde
A confiança foi quebrada
Mesmo que seja levado em frente, deslizamos
E já não será mais a mesma coisa
Temos que compreender que toda reta tem uma curva
E que se não tomarmos cuidado
O tombo pode ser grande
Se já não é mais capaz de se doar a pessoa que lhe ama
Não a destroce vagarosamente...
Quebre-a por inteiro, mas que seja de uma vez.
Mas seja sincero e respeite um momento que seja.

Jorge Anderson